23/01/2017

   

    

 

                        

                                           

  

  

   Este bloco de páginas tem por finalidade apresentar uma síntese de aspectos relevantes para a resolução de problemas decisórios ou de pesquisa e disponibilizar guias práticos para decisores e solucionadores de problemas decisórios. Tem, também, o propósito de apoiar as aulas e trabalhos escolares nos cursos desta Escola.

 

 

1. ESCOLHA DE METODOLOGIAS PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 

     Antes de se iniciar a resolução de qualquer problema, faz-se mister identificar se se trata de um problema decisório ou de produção de pesquisa.

     Caso se anteveja a existência de alternativas, pelo menos duas delas excludentes entre si, e pelo menos dois critérios conflitantes a lhes ponderar, há, presente, um processo decisório. Nesse caso, o Estudo de Estado-Maior (EEM) poderá ser uma ferramenta adequada a sua resolução.

    Caso aquelas duas condicionantes não estejam presentes, o problema poderá ser resolvido com uma pesquisa científica.

    Para ambos os casos, esta página apresenta valiosos subsídios práticos para sua melhor compreensão e desenvolvimento dos dois tipos de trabalhos.

    Para um conhecimento mais profundo, consulte o EMA-332 - Processo Decisório e EEM, citado no item seguinte desta página, em seu Capítulo 2 - A Escolha de uma Metodologia.

 

2. PUBLICAÇÃO EMA-332 - PROCESSO DECISÓRIO E ESTUDO DE ESTADO-MAIOR

    Neste link, encontra-se a publicação normativa da Marinha do Brasil, revisada em 2015, sobre Processo Decisório e a metodologia "Estudo de Estado-Maior".

     Em relação a versão original de 2006, essa publicação incorpora conhecimentos novos como as noções básicas do Processo Decisório e suas modernas concepções, os conceitos de intuição e heurísticas no processo decisório, o detalhamento de um processo para a escolha das metodologias a serem adotadas em processos decisórios ou produção de pesquisa e a inclusão de dois anexos: um sobre noções de Trabalho de Grupo e outro sobre a fundamentação da teoria dos sistemas, no que diz respeito ao EEM.

       Para acessá-la, CLIQUE EM: EMA-332 rev1

 

3. GUIA PRÁTICO PARA DECISORES E SOLUCIONADORES

     Este guia prático foi desenvolvido com a finalidade de apoiar os decisores e seus assessores (solucionadores) em um processo decisório, dando maior ênfase ao uso da metodologia de apoio à decisão ESTUDO DE ESTADO-MAIOR (EEM).

      Sua elaboração buscou atender a quatro propósitos distintos:

         1º: orientar os decisores quanto ao seu papel no processo decisório e, também, na metodologia EEM;

          2º: orientar os solucionadores no desenvolvimento dos trabalhos, dentro da metodologia EEM, e na elaboração do Relatório do Estudo de Estado-Maior (REEM);

           3º: apresentar uma instrução teórica, abreviada, sobre a metodologia EEM; e

             4º: alertar  quanto  a erros  comuns  verificados  na  utilização  prática  de metodologias de apoio à decisão, particularmente quanto ao emprego equivocado do EEM em situações em que essa metodologia é inadequada.

 

    O conteúdo deste guia prático está fundamentado na publicação EMA-332 - Estudo de Estado-Maior, mas não cobre todos os conhecimentos ali contidos. Essa publicação deve ser consultada pelos iniciantes nessa metodologia e para um aprofundamento nos conhecimentos do EEM.

 

     Para entrar no guia prático, clique em uma das opções abaixo:

 

        Guia prático  para  os decisores, contendo as informações  que uma 

                                 autoridade deve conhecer para atuar como DECISOR.

                                

 

        Guia prático para os solucionadores  (assessores ou membros de um

                                 Estado-Maior),  contendo  um  guia  e  as  informações    que    um

                                 solucionador deve  conhecer  para atuar como membro de um Grupo

                                 de Trabalho no desenvolvimento de um EEM.     

 

 

      Instrução   teórica     abordando  os    principais   conhecimentos

                                    doutrinários sobre o EEM. 

 

 

          RELATÓRIO DE ESTUDO DE ESTADO-MAIOR. Modelo.

 

 

4. ESTRUTURA  DE TRABALHOS CIENTÍFICOS EM BLOCOS

     Nem todos os problemas percebidos são resolvidos com ferramentas de um processo decisório como, por exemplo o Estudo de Estado-Maior (EEM). Se o caminho for realizar uma produção de pesquisa científica, haverá necessidade de se elaborar um PROJETO DE PESQUISA.

      Para melhor entendimento dessas opções, veja o Capítulo 2 do EMA-332 citado acima.

      Para a estruturação de trabalhos científicos, a EGN trabalha, há mais de sete anos, com uma metodologia de estruturação em blocos. O diferencial desta metodologia para as demais é que ela prescreve uma maneira de se estruturar o trabalho e não tão somente definir conceitos e um modelo de projeto de pesquisa. Ela é, efetivamente, uma ferramenta dinâmica de se estruturar, de montar um trabalho de pesquisa.

      Para acessá-la, CLIQUE EM: ESTRUTURAÇÃO EM BLOCOS

 

 

5. ARGUMENTOS E FALÁCIAS

     A produção de raciocínios consistentes e lógicos é um pressuposto indispensável a conquista da verdade. O arranjo intelectual dos enunciados e juízos é a última etapa da construção do conhecimento.

      Nesse contexto, é importante o conhecimento da estruturação dos argumentos e das falácias.

      Este link se propõe a apresentar alguns textos de apoio nessa área.

      Para acessá-los, CLIQUE EM: ARGUMENTOS E FALÁCIAS

 

 

6. RACIONALIDADE VERSUS INTUIÇÃO

    Muito recentemente, a teoria do processo decisório incorporou novos conhecimentos e abordagens em relação ao emprego da intuição em contraposição à racionalidade.

     Intuição pode ser vista sob várias definições, algumas delas no campo da premonição, do presságio, da superstição e da mística, todos esses conceitos fora desta presente análise. Assim, para este estudo, adotar-se-á as duas formas distintas visualizadas por Khatrl:como um pressentimento ou como uma capacidade automatizada, ou seja, fruto de um "aprendizado" passado.

      Como pressentimento, o julgamento é realizado através de um processo subconsciente, envolvendo experiências diversas com combinações de novas informações.

      Como capacidade automatizada, ele é parcialmente subconsciente e baseado em repetição de experiências passadas, ou seja, uma repetição de aprendizagem anterior.

      No link a seguir, a carmim, há textos de apoio sobre  INTUIÇÃO VERSUS RACIONALIDADE

 

 

7. HEURÍSTICAS

   Dentro de uma abordagem moderna de processo decisório e de produção de pesquisa, um campo do conhecimento indispensável é o bom entendimento e trato das heurísticas.

     Este link se destina a apresentar uma abordagem inicial deste assunto.

     Para acessá-la, CLIQUE EM: HEURÍSTICAS

 

8. TAXONOMIA PARA OS OBJETIVOS DE TRABALHOS DE PESQUISA

       Para a elaboração de projetos de pesquisa, faz-se mister levantar o objetivo final e os objetivos estruturantes. Tais objetivos devem ser expressos em ações (verbos), se possível mensuráveis e quantificáveis.

         Como auxílio, apresenta-se uma lista de verbos que podem ser empregados como objetivos para os trabalhos de produção de pesquisa e seus respectivos campos cognitivos.

       Esta lista é uma compilação de diversas fontes mas está baseada na primeira versão da Taxonomia de Bloom. 

       Para acessá-la, CLIQUE EM: TAXONOMIA

 

9. TRABALHOS EM GRUPO

       A quase totalidade dos processos decisórios e parte expressiva de produção de pesquisa são desenvolvidas com a realização de trabalhos em equipe, mais comumente chamados de trabalhos de Grupo (TG).

       Para um maior conhecimento dos principais aspectos que norteiam os trabalhos de grupo e recomendações para dirigentes e partícipes, consulte o Anexo A à publicação EMA-332 citada acima.

 

 

10. ORIENTAÇÕES PARA O CEMOS: CLIQUE AQUI

 

 

11. ORIENTAÇÕES PARA O C-PEM: CLIQUE AQUI

                     

            

                                  

Referência bibliográfica essencial:

BRASIL, Estado-Maior da Armada. EMA-332 Rev1 - Processo Decisório e Estudo de Estado-Maior. Brasília, 2015.
 

© EGN 2017 - Todos os direitos reservados